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[Epifanias] - Eu quero ler e comprar livros, mas...

...não tenho dinheiro.  

Quantas vezes já não ouviram 'vocemecês' esta realidade?

Este Devaneios foi-me inspirado por uma atitude de uma colega blogger, a Juanitah Nunes (entre outras tantas a quem muito agradeço) que me adoçou o coração e me pôs de lágrima no olho se ofereceu para fornecer uma lista de livros da sua Biblioteca Pessoal para me emprestar.


Isto, porquê? 

Este ano, pasmem-se, até agora, e atenção que estamos no fim de Fevereiro, só comprei um livro. Não, não. Não estou a mentir. Eu repito: UM LIVRO. E, vá lá, foi comprado a uma autora independente E portuguesa!

"Mas quê? Tens o poder da contenção?", perguntam-me vocês, curiosos.

Não, não é contenção, é mesmo porque não tenho dinheiro. 

Ah, falta referir que também preferi gastar 90€ num tablet porque tenho ebooks para ler e é menos dinheiro que gasto nos livros, cujos preços estão pela hora da morte (Os ebooks em Portugal diferem dos de papel uns 2 ou 3€, wtf... Alguém me explica? Tem a ver com o imposto e bla bla bla... mas, que porra! Quem é que compra ebooks a 13€ com os livros a 15€? Bom, cada um sabe de si... Mas eu acho que é uma estupidez... Dava um belo de um [Devaneios], também!). As más línguas poderão pensar "podias ter aproveitado esses 90€ para comprar livros", mas da minha vida sei eu e do que me dá mais jeito. São opções. Não é que eu tenha de me justificar perante ninguém, como já aqui disse tantas vezes, mas eu levo o meu computador todos os dias para a faculdade, a maioria das vezes só para aceder ao email e ao facebook, porque é por aí que mantenho contacto com as pessoas. Embora seja um ultrabook (super leve, super fino, super fofinho, btw - ja me deu 2x problemas em menos de 6 meses -.- ), é certo que acaba por desgastar e deve ter sido por isso que o pc foi para reparação... Duas vezes! Por isso, optei por um 2 em 1 - um dispositivo para ler ebooks e para 'checkar' o email!

Mas, calma lá... Não pensem que vim para aqui queixar-me e fazer-me de coitadinha. Isto não é o diário da não-sei-das-quantas que só se faz é queixar que o vizinho anda a gritar até às tantas da madrugada (alguma semelhança com a realidade é pura coincidência, escrevi o que me deu na telha). Venho falar-vos de uma experiência positiva e que acho que devia ser mais solidificada e implementada no nosso país.

Isto tudo para incluir a temática ler livros 

Comprados vs Emprestados

Porque há quem não tenha dinheiro para comprar por muito que queire
Porque há quem tenha, mas ache os livros muito caros - o que é verdade
Porque há quem simplesmente goste de ler livros emprestados
E porque há quem goste de emprestar livros

E vocês? Do que gostam?


Eu cá gostava de comprar, mas não tem dado. É tão simples como somar dois mais dois e ver o resultado de 4 (neste caso, 0). E não vale usar a calculadora. É uma conta muito simples!

Eu sei que há pessoas que não gostam da conversa de livros emprestados, principalmente autores portugueses. Isto porque a vida está difícil e alguns destes autores têm de pagar para pôr os livros cá fora. O que é um roubo, mas a vida é mesmo assim. Ou seja - e desculpem-me a expressão, mas eu tenho várias costelas e sou um misto de culturas - dão quase o cu e a cara para terem, pelo menos, o retorno do que investiram na publicação. Eu entendo isso. Entendo mesmo. Se fosse eu a publicar dessa forma, também gostaria que me comprassem os livros. Era uma festa autêntica.

Mas se as pessoas não têm dinheiro e querem muito ler, vão fazer o quê? Roubar? Digam-me as pessoas que pensam assim, e não se piquem com este post, vamos lá a ser crescidinhos, somos todos adultos aqui e vamos discutir um tema que deveria interessar ao povo português. Ou, pelo menos, à comunidade de leitores. Repito: vão fazer o quê?


Não é o mesmo do que ir à Biblioteca B requisitar um livro? Eu não tenho uma ao virar da esquina, infelizmente. Mas quem requisita não é na mesma menos um livro que se compra? Multipliquem agora por 3727281  utilizadores (ou um número aproximado) que a Biblioteca B tem... Então a ver se entendi: ir à Biblioteca já é uma situação mais "legal", é assim? Mas ler livros emprestados não? Eu gostaria de compreender, a sério. Posso estar a parecer arrogante, mas eu sou mesmo assim... Tenho o coração na boca. Eu avisei: tenho várias costelas e um misto de culturas. 

Às vezes, eu leio emprestado e, mais tarde, assim que posso, compro o livro. Eu sei - porque me disseram, não por estar dentro disso - que é por falta de vendas que não continuam algumas séries, mas e se baixassem os preços dos livros? Continuo a bater na mesma tecla e hei-de bater até que alguém me explique. Mas 'bora fazê-lo de forma civilizada, gente! Eu não entendo por que não baixam os preços. É contraproducente... juro que não entendo. 

É como a história do "ah e tal aquela recebeu um livro e vendeu-o". Mas por que raio não há-de a pessoa vender? Quem me dera fazê-lo. Eu é que sou apegada aos livros como os forretas e os sovinas são ao dinheiro para fazer isso. Se o fizesse, era sinal de que tinha dinheiro para comprar mais - o que, provavelmente, nunca se viria a realizar, pois arranjaria forma mais útil de o gastar como, por exemplo, nas contas da casa. Eu sei o que vender dessa forma acarreta, mas se as editoras baixassem os preços, não havia esta necessidade (bater na mesma tecla, remember?).

E já nem falo das parcerias, pois aí é que me caíam em cima... Calma, eu estou do vosso lado. Eu sei de pessoas que têm parcerias e que compram n livros por mês. E que custa, porque são mil e uma novidades, cada uma melhor - e mais cara - do que a outra. Mas, supostamente, na visão de algumas pessoas, não necessitavam de comprar. Porquê? Porque têm parcerias? Digo-vos, é mais do que sabido por alguns dos que me lêem que eu não tenho parcerias - fartinha de confusões ando eu - mas as parcerias não são tudo na vida de um blogger literário! Se têm a possibilidade de o fazer, qual é o mal? E nós temos alguma coisa a ver com isso? Não.  

Também há aqueles que têm parceria e que não compram, mas a vida está difícil. As editoras perdem, mas... enfim.

Cada um sabe da sua vida, people! Relaxem...

Tudo isto para dizer que me enterneceu a Juanitah vir ter comigo e dizer-me: "Ivonne, se precisares, eu estou aqui e posso emprestar-te algum livro da minha lista - se gostares de algum!". Míuda, é óbvio que devo gostar. Ainda não vi a tua lista, mas no meio de tantos, não me digas que sou assim tão avessa e toina a escolher livros? :P E quando digo "tantos", provalvemente devem ser mesmo muitos, porque acabei de voltar ao email e vi sem contar, pelo menos, umas 10 listas, cada uma com uma letra diferente do ABC.
 
Bom, mas esta situação de livros comprados vs emprestados levou-me a outras duas:

A) Estava eu no secundário, ou seja há quatro anos, quando ouvi a minha Professora de Português falar de uma coisa chamada bookcrossing. O que é isso? Podem ver aqui e aqui.

B) E ouvi falar, pela Catarina do Páginas Encadernadas, do blogring. Confesso que ainda não pesquisei sobre isso, mas a dinâmica deve ser a mesma :)

Existe o problema dos livros emprestados aparecerem estragados, mas estou apenas a focar-me em empréstimos seguros - isto é, empréstimos a pessoas que sabemos que vao tratar bem deles e etc etc... Já nem falo dos CTT!!


E, para concluir, digo: acho que se devia implementar mais os empréstimos e iniciativas como o bookcrossing. Porque acima das vendas, o mais importante deve ser implementar a leitura. Digo eu... as vendas vêm por acréscimo. Houve muita gente que começou a ler devido ao bookcrossing, a moda pegou e, mais tarde, começaram a comprar os seus próprios livros e a contruirem a Biblioteca Pessoal.

Quanto aos autores portugueses - principalmente aqueles que pagam para editarem - perdem com isso? Provavelmente. Então bato na mesma tecla: baixem os preços. Eu entendo o lado das editoras e dos autores que gostariam de obter algum lucro pelo seu trabalho e de aumentar as vendas e bla bla bla, mas também entendo o lado de quem quer e não consegue comprar. Solução? Pratiquem preços mais baixos. Isso leva a abranger mais pessoas e a que essas mesmas pessoas tenham mais poder de compra. Digo eu, que não percebo nada disto. 

E só digo mais isto: temos de ser uns para os outros (frase proferida pela Juanitah e é também um dos meus lemas de vida) quando não nos é possível fazer aquilo que mais gostamos: comprar livros.  


P.S. Obrigada Mafi pela ideia de onde encontrar os gifs ;)
P.P.S. Quem diz Juanitah, diz muitas outras bloggers que foram e têm sido umas queridas :P 

Comments

  1. É mesmo assim! Se não fossem empréstimos e biblioteca *coff* e os livros em inglês *coff* eu não leria tanto como leio. E falo por experiência própria que chegava a comprar livros de forma racionada por falta de €€, devorava e depois tinha de os reler porque não havia possibilidades de ler outros livros.

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    1. É assim mesmo :)

      ali falei em "legalidade" mas saiu-me mal, espero ter passado a ideia... -.-
      Os livros em inglês que se cuidem :)
      beijinho**

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  2. Olá, concordo inteiramente com esta opinião. Tal como a Catarina Abreu e tenho certeza que outros mais, no início, porque a compra de livros era reduzida a um por mês (e nem todos os meses), relia os livros que já tinha. Apesar de agora ter uma pequena margem de livros por ler e também um orçamento que felizmente me permite comprar cerca de 2 livrinhos por mês, contínua a ser difícil gerir tão pouco dinheiro para tantos livros e tão caros. Principalmente os livros de autores portugueses, que na sua grande maioria são mais caros, com preços a rondar os 20€/livro. Não se justifica, quando o poder de compra do pais é tão pequeno ou nulo.
    Emprestar vs comprar? Desde que se leia, tanto me faz. Pessoalmente, compro os livros porque gosto de os ler (e posteriormente guardá-los, a menos que tenha sido um livro menos bom ou que não me desperte qualquer interesse, coisa que felizmente só me aconteceu uma meia dúzia de vezes), isso é que me satisfaz o vício e por isso, não tenho o hábito de pedir emprestado, mas empresto os poucos que tenho a pessoas que considero de confiança. Não é porque vou ler um livro emprestado que automaticamente ponho de lado a hipótese de o comprar. Já me aconteceu, das poucas vezes que li livros emprestados ou requisitados na biblioteca de mais tarde os comprar, aproveitar uma promoção, um mês em que nenhuma das mil e uma novidades interessa, uma feira do livro… Por isso, sim, é uma óptima ideia partilhar livros e se as editoras/autores não querem perder o lucro, têm bom remédio: baixam os preços.
    Quanto ao post em si, adorei os giffs animados que estão um espectáculo e a opinião em geral sobre este tema também.
    Bom trabalho, Ray.
    Beijinho

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    1. Obrigada minha querida :)

      Desde que se leia tanto faz :) eu concordo, mas as editoras não. Eu critico, mas dou uma solução... não percebo nada de marketing, mas teria todo o gosto em que me explicassem porque são tão caros... E não me venham com tretas de serem estrangeiros, porque os portugueses também são caros...

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    2. Acho que há formas de fazer marketing mais baratas que permitiam uma redução de custos. Qualidade do papel inferior também reduziria.

      Mas o facto é que as pessoas babam com uma boa campanha- e para a considerarem boa tem que ser cara *mentalidades do povo. Btw: espero não estar a ofender ninguém* e preferem folhas grossas e capas com abas :/

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    3. Sim, é verdade.
      Eu cá prefiro livros MAIS baratos. Ponto. Que se lixem as abas (apesar de gostar), que se lixem as folhas grossas! lololol :)

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  3. Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

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  4. Já sabes que concordo contigo a 100% babe!
    E não teria disponibilizado a minha biblio se tu não fosses de confiança ;)
    Baixem os preços, e verão o mercado a aumentar! Sim, estamos em tempo de crise, mas as pessoas gostam de ler, e como eu já trabalhei em livrarias, assisti, inúmeras vezes ao cliente que adora ler os autores X, Y e Z, mas que não compra nenhuma das suas novidades porque dar mais de 10€ por um livro estraga o orçamento familiar, que consiste nos dois filhos que frequentam infantários e actividades extra-curriculares que têm gastos.. e que ainda me dizem que no alfarrabista é mais barato (ah pois claro, e têm toda a razão!!).
    Empregos são raros, ainda mais os considerados estáveis, muitas famílias nono-parentais, ou até mesmo famílias sustentadas por apenas um dos progenitores, são realidades cada vez mais proeminentes na sociedade portuguesa, e o mercado livreiro não acompanha essas mudanças.
    Se não nos adaptar-mos à bolsa do cliente, o contrário não acontecerá concerteza!

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    1. Adorei este teu comentário :)
      A última frase então está 5* eheeheh :)

      Obrigada :) beijinho*

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  5. P.S.- que gifs tão fofos!!! e o Maximus é tão doce!!!

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  6. Para quem já se rendeu aos e-books e não se importa em ler em PT-BR, há plataformas de e-books grátis que são autênticas minas. A semana passada, por exemplo, graças ao PDL (Plano de Divulgação da Leitura) eu "arrebanhei" quase 60 entre autores nacionais brasileiros e estrangeiros. E não esquecer o Projecto Gutemberg quem tem uma variedade porreira de títulos. Fica o aviso que alguns ainda estão na sua grafia original (ler Eça na grafia de 1800-e-troca-o-passo vai ser giro).
    No que toca ao velho dilema de preços criminosos dos livros que referes, concordo e assino por baixo!

    Beijinho e boas leituras :)

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    Replies
    1. Obrigada pelo comentário :)

      Sim, há imensas plataformas, ainda não descobri todas, mas há tantas, tantas... Os brasileiros é que ficam a ganhar! :) E os que não se importam de ler em pt-br também!

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  7. 100% de acordo com aquilo que escreveste e com os comentários que foram aqui colocados. Eu não me importo de emprestar a pessoas em quem confio e não tenho vergonha de dizer que sou cliente assídua da biblioteca porque também não abundo em dinheiro. Confesso que quando tenho de oferecer uma prenda a alguém e sei que ela gosta de ler ofereço um livro para depois ler também... Tem mesmo de ser assim. Ray, tenho alguns livros em formato digital, mesmo técnicos (que te possam ser úteis para o curso - sei que estes também pesam muito no orçamento) por isso se precisares diz-me!
    Beijinhos e boas leituras!

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    Replies
    1. Silvana, temos de falar então :) a ver se me envias alguma lista ou assim, para ver se há algum que me possa interessar ou dar jeito eheheh Obrigada!

      Quando à parte da oferta, eu estou quase a fazer anos hahahahaha just kidding (a mensagem que ficou nas entrelinhas, claro. O aniversário está mesmo perto :P )

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    2. Ok Ray! De nada! Também tenho materiais de avaliação que te podem dar jeito! Tens Dropbox? É que eu tenho e pode facilitar as coisas!

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    3. Tenho, sim!
      Podes enviar-me um email para o mail do blog, pf? desejosdealma@gmail.com e trocamos os email's pessoais por lá, que me dizes?

      Delete
  8. Concordo plenamente com este post e os respetivos comentários, os preços dos livros atualmente não são para qualquer carteira, muito menos a minha...
    Por agora tento resistir ao máximo às novidades e apenas compro livros se estiverem com uma boa promoção. Quanto a empréstimos tenho uma tia e duas primas com as quais "partilho" a minha biblioteca (e vice-versa) por isso muitos dos livros que leio são emprestados. Também não tenho vergonha nenhuma em admitir que sou cliente assídua da biblioteca desde o ano passado, porque o dinheiro nunca chega para comprar todos os livros que nos interessam (que no meu caso são IMENSOOOOOOS) :P

    PS: Adorei os gifs x')

    ReplyDelete
    Replies
    1. Encontramos gif's tão giros no tumblr!!

      Aiii que bom! Uma tia e duas primas! Quem me dera aahahahah :P
      Join the club, eu já nem wishlist faço que é para não ficar frustrada! :P

      Delete

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